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Etxaide avisou que o LAB «não ajudará a importar o acordo de Madrid» para o âmbito laboral basco e que irá denunciar a tentativa de implementar «esse modelo laboral» em Euskal Herria. Disse ainda que o sindicato tomará decisões com vista a «erradicar o desemprego e a precariedade», que hoje está a ser «institucionalizada» através de contratos parciais, e referiu que o LAB «continuará a defender a negociação colectiva», na medida em que é um instrumento «determinante» para a melhoria das condições de trabalho.
A secretária-geral do LAB referiu alguns dos passos que o sindicato defende para «desbloquear a negociação colectiva», como a criação de «cláusulas de blindagem» à reforma laboral e a adopção de medidas que permitam «limitar a precariedade», e acrescentou que estas propostas serão também discutidas a nível sectorial.
Por seu lado, Aranburu afirmou que, com a reunião de dia 3, o patronato quer «passar a ideia de que tem vontade de negociar», mas que «isso não se verifica», pois «bloqueia todas as negociações, excepto as que lhe permitem aprofundar a precarização» das condições de trabalho. Antes de terminar, Aranburu disse que «a Confebask sabe muito bem que o acordo de Madrid não conta» com o apoio da maioria sindical e dos trabalhadores bascos. / Ver: LAB e naiz