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Várias centenas de pessoas participaram nesta jornada de carácter festivo-reivindicativo, que começou ao meio-dia com uma exibição de desportos rurais em que participaram, entre outros, Aimar Irigoien, Ángel Arrospide e Iñaki Azurmendi.
Depois, seguiu-se o almoço, ao som da txaranga Kuxkuxtu, e mais à tarde houve um acto político.
O primeiro a tomar a palavra foi Mikel Onko, exilado natural de Markina (Bizkaia), que salientou que este colectivo há-de estar presente na agenda de resolução do conflito, pois sem ele não pode haver uma solução justa.
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Ezkerra salientou que o objectivo de todos os refugiados é regressar aos seus locais de origem, mas não «fazendo uma fraude» - em alusão à reforma do recenseamento que o Governo espanhol prepara -, mas «regressar com todos os seus direitos, sendo senhores do seu futuro».
Por isso, insistiu na vontade expressa pelo Colectivo de participar no processo de resolução, e desafiou os estados a envolver-se, tendo afirmado, contudo, que, se Madrid e Paris não derem os passos necessários, não estão «dispostos a esperar pela autorização de ninguém». (Vídeo: «Iheslari politikoen alde», BerriaTB)
Vários centenas de pessoas manifestaram-se ontem em Gasteiz para pedir uma mudança na política penitenciária e a libertação dos presos doentes, especialmente dos alaveses José Ángel Biguri, José Ramón López de Abetxuko e Gotzone López de Luzuriaga.
A mobilização, organizada pelo Herrira, partiu da Bilbo plaza às 19h15 e terminou na Foru plaza com um acto em que se expôs a situação destes três presos. Antes de começar, os membros do Herrira Ane Zelaia e Ana Sáez de Urabain referiram que «no caminho para a paz e a normalização, que é o que o Herrira e a sociedade basca desejam, devem dar-se passos para construir um futuro inclusivo sem violações de direitos e que ultrapasse todas as consequências do conflito que durante tanto tempo se prolongou».
Solidariedade com Txus Martin
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Pela libertação de Poxtina
Para hoje à tarde (19h00) estava agendada uma manifestação em Arbizu (Nafarroa), para exigir a libertação de Jesús Mari Mendinueta, que continua na prisão mesmo estando doente e depois de ter cumprido a pena a que foi condenado. Em Maio último foi-lhe aplicada a doutrina 197/2006, que lhe prolongou a pena até Agosto de 2021. / Notícia completa: Gara / Ver também: Berria
A Askatasuna termina o seu percurso com a satisfação pelos avanços conseguidos
naiz.info * E.H.
A Askatasuna concluiu o seu debate interno tomando a decisão de desaparecer, segundo informa hoje o Gara. Põe assim fim a um ciclo de uma década de trabalho em prol dos perseguidos políticos e contra a repressão. Fonte: SareAntifaxista