terça-feira, 14 de setembro de 2010

Intxaurraga afirma que com a proibição queriam «provocar algum incidente para que o resto ficasse ocultado»


Sabin Intxaurraga, um dos promotores da segunda manifestação que foi proibida pela AN espanhola, salientou em declarações à Infozazpi Irratia que com o veto se pretendia «provocar algum incidente» e esconder assim os fundamentos da convocatória da marcha.

Sabin Intxaurraga na Infozazpi Irratia

Numa entrevista concedida ontem de manhã à Infozazpi Irratia, Sabin Intxaurraga opinou que com o veto da Audiência Nacional «pretendiam, de alguma forma, desvirtuar os fundamentos da convocatória da manifestação», com o objectivo de «provocar algum incidente para que essa fosse a notícia e o resto ficasse tapado».

Para o ex-conselheiro do Governo de Lakua, «o que conseguiram foi activar um grande movimento a favor dos direitos civis».

Intxaurraga pensa que, face à proibição da marcha, o PNV actuou «com demasiada tibieza». Em seu entender, a formação jeltzale «não está a agir correctamente» porque «não tem noção de que neste momento temos de responder como povo a favor dos direitos humanos, civis e políticos».
Fonte: Gara