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A associação voltou a exigir ao Governo espanhol que «assuma a sua responsabilidade em todos os crimes decorrentes da violência de Estado, e não apenas os de 3 de Março». Neste sentido, solicitou a constituição de uma Comissão da verdade, para que «o Estado ponha fim à discriminação e reconheça todas as vítimas por igual». «Já é hora de que a violência de Estado seja assumida em toda a sua dimensão», insistiram.
Para além disso, o porta-voz da associação, Andoni Txasko, deu a conhecer as iniciativas previstas para o 3 de Março deste ano, que evocam aquilo que se passou em 1976 - cinco trabalhadores morreram no bairro de Zaramaga na sequência de uma intervenção policial. / Notícia completa: Gara / Ver texto na íntegra em martxoak3.orgO Supremo espanhol reforça a impunidade do franquismo
Tal como se previa e como foi proposto pela Procuradoria, o Supremo Tribunal espanhol evitou um grande escândalo internacional ao absolver o juiz Baltasar Garzón da acusação de «prevaricação». Contudo, a mesma decisão dá razão a quem o pôs no banco dos réus, ao sentenciar, e com argumentação abundante, que os crimes do franquismo não podem ser perseguidos, o que se fica a dever, entre outros motivos, às decisões tomadas na chamada «transição», em relação à qual se desfaz em elogios. / Ramón SOLA / Ver: Gara
Ver ainda e notar bem: «Câmara Municipal de Bilbo e Deputação da Bizkaia patrocinam uma conferência de um coronel sobre a espanholidade de Melilla» (Bilbo Branka)
O acto irá decorrer no próximo dia 1 de Março, às 19h30, no Hotel Silken Indautxu, e tem como título «Melilla: Sol de España en Africa».